Arquivo do mês: julho 2011

Feliz

Porque crescer completo é muito bom.

Porque aprender com alguém também é.

E porque ter em quem confiar é mais ainda.

 

Não hesitaria afirmar sobremaneira que tudo é peça.

A vida nos prega peças antes nem cogitadas.

E de peça em peça o quebra cabeça se completa.

 

—-

 

Nem tudo são flores, mas o plano hoje é a floricultura inteira.

 

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O próprio umbigo

Tem o umbigo bonitinho, ...

... o umbigo de criança,

... o umbigo saliente,

... tem até umbigo de presidente.

Existe umbigo grande, ...

... umbigo tatuado,

... tem umbigo alto,

e até umbigo raso.

Não adianta, o nome é feio, é peculiar, os formatos são vários, cada um tem o seu. Tem gente que gosta, gente que odeia, gente que mostra, gente que enfeita e gente que esconde. Tem quem fale errado, coloca apelido e tira retrato. Cada um o vê e aceita de um jeito, mas uma coisa é certa: todos fazem dele o centro do mundo.

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RetomaNDO…

…nada melhor que o gerúndio para ilustrar transições.

É que

“alguma coisa tem me impelido a falar apenas o estritamente necessário. Sei lá porquê. É horrível, fico olhando para as coisas e aprendendo, mas não tenho vontade de conversar sobre elas. Sobre nada. E quando tento não sei nem por onde começar. Devo estar num momento muito importante.”

(by: http://www.vodcabarata.blogspot.com)

Digo, somente: e estou mesmo!

Já fui um espermatozóide

Já fui recém nascido

Já fui obeso

Já fui sem vergonha

Já fui engraçadinho

Já fui índio

Já fui (sou) a cara da minha mãe

Já fui de carinho de pai

Já fui de abraço nos avós todo sujo de ovo

Já fui (sou) da vagabanda

Já fui de gangorra

Já fui calouro de faculdade

Já fui trêbado

Já fui lover boy (baphão)

Já fui soldado

Já fui de esqueleto

Ja fui de free hugs

Já fui de clima piratas do caribe

Já fui de praia

Já fui de mini bolo de aniversário

Já fui de cerveja

Já fui de coração

Já fui (sou) companheiro

Já fui (sou) muuuuuito feliz

Já fui...


Agora é ser inteiro, ser completo e cair de cabeça no que está por vir. Deu tudo certo, conforme previsto em post de março deste ano. Resta-me, então, cumprir a função e ser jornalista de fato, convivendo, claro, com o que já fui e continuo sendo.

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